Para que não fiquem esquecidos os bons momentos passados durante esta aventura/prova de resistência, aqui ficam mais algumas fotos:
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| Caminho Português Santiago |
E também um vídeo caseiro... para mais tarde recordar!
Abraço e até à próxima
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| Caminho Português Santiago |
Ou seja apesar de tudo ninguém se magoou o que é o mais importante..
Ficam as fotos de mais um excelente e atribulado passeio..
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| Rota Picos e Furos II |

O pavilhão de Ponte de Lima esteve a altura do evento, com optima improvisação por parte do elemento que nos recebeu. Desde já os parabens!
Até tivemos direito a mangueira para lavar as bikes!
Muito obrigado C.M. de Ponte Lima!
Chegamos ao ponto de partida e já se fazia sentir o calor que pairava no ar, e ao mesmo tempo já me tinha arrependido de não ter colocado o protector solar pois ia ser bem quente o dia.
Lá partimos por estrada para ao fim de 3 km entrarmos no trilho que nos levava montanha acima para o nosso destino. Foram +/- 10 km sempre a subir a um bom ritmo e com algumas paragens pois a paisagem e o calor assim o exigiam.
Chegados ao primeiro ponto de "abastecimento" e antes de iniciarmos a vertiginosa e perigosa descida por entre dois vales, houve tempo para uns ajuste técnicos e para mais umas fotos de belo efeito.
A descida é feita por um trilho pedestre e que, em certas zonas, é de dificil apuro técnico o que provocou a minha queda por duas vezes e alguns sustos para os restantes "riders" uma vez que a par do trilho acompanhava-nos um rio com algumas quedas de águas. Só que este curso de água corria alguns metros mais abaixo, ou seja tinhamos autenticas ravinas no nosso lado esquerdo.
Depois de cruzarmos o rio para a outra margem entramos num singletrack divertido e muito rolante que nos levou à povoação espanhola de Torneros, onde decidimos provar um famoso "pata negra " numa sande bem apresentada (o gato gostava mesmo de presunto).
Terminados o repasto logo começamos a fazer o que tanto nos iria custar: a subida até à Portela do Homem. Começamos por fazer um trilho a par da estrada e por uma geira romana, depois foi estrada acima até à fronteira. A nossa sorte foi haver tanta água pelo caminho pois senão teriamos passado um mau bocado com tanto calor.
Resumindo, um local muito bonito, um trilho espectacular, boa companhia, tudo a correr bem...o que mais podemos querer??
Espero que depois de Santiago possamos organizar um passeio para todo o grupo para vos dar a conhecer as maravilhosas vistas do Xurês.
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| Rota da Mina |
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| Maria da Fonte 2008 |
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| Monte Faro & S. Lourenço |
O Raid de Vila do Conde já se realiza á alguns anos, mas devido a fenómenos da natureza ocorridos em 2007, o evento recebeu o nome de 'Raid da Lama'. Este ano, devido á falta de chuva, não parecia que o evento fizesse jus ao nome. E com essa esperança lá fui eu para a Retorta.
Chegando às 8h para um evento que estava previsto arrancar às 9.30h, não me restou alternativa senão aquecer em cima da bike, explorando a zona envolvente, matas, etc.
Às 9.45h lá arrancou a prova já eu levava 10km nas pernas (mais 30km do dia anterior) ESTÚPIDO!
Como a primeira metade seria sobretudo a subir, e segunda sobretudo a descer, queria fazer a primeira a um bom ritmo e seguir perto dos da frente, pois mesmo que me cansasse, o final seria canja...
No inicio alguma (pouca) lama, com a passagem num túnel apertado, escuro e húmido - que medo!
E ainda algumas poças de lama - ou seria água de 'lavar as vaquinhas'?!
E mais uma...
Descida a Portocel, uma rápida paragem no ponto de abastecimento e siga!
Eis que pelo quilómetro 30 começam os problemas. Até aqui seguia a um bom ritmo, demorando apenas 1.30h a fazer os 30kms que supostamente seriam os mais difíceis. Posso assegurar que os 13km que restavam seriam bastante rolantes, não fosse a máquina avariar! Pois é, a partir desse ponto, múltiplas cãibras, em vários pontos das duas pernas tornaram esses 13km um calvário! Até o Camelbak não me quis dar água quando precisei, vindo mais tarde a descobrir que, 'afinal havia água'... Resultado: 55 minutos para fazer 13kms :(
Á chegada, não me apercebi do ponto de controlo, e só passado um quarto de hora, é que fui fazer o controlo. Pelo meio ainda deu tempo para ir ao carro, fazer duas chamadas, e ainda fotografar as duas máquinas: a bike e o carro, porque o rider nem por isso...
Para a história da minha primeira prova em total autonomia ficam 43km em 2.25h vs 1.50h do primeiro a chegar, nenhuma queda ou avaria MECÂNICA, e uma lição: não dar um passo maior que a perna! Ah, e abrir a válvula do camelbak quando quiser água!
Até Domingo...